O Que é?

19 Mar 2019 22:44
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<h1>Col&eacute;gios Da Elite Paulistana T&ecirc;m Clonagem E Extra&ccedil;&atilde;o De DNA</h1>

<p>Em entrevista ao Vix, Du&iacute;lia mostrou que trabalha no projeto do telesc&oacute;pio Hubble da Nasa e assim como &eacute; professora e vice-reitora da Institui&ccedil;&atilde;o Cat&oacute;lica de Washington (Estados unidos). Ela ganhou a honra de ser considerada “uma das 10 mulheres que mudam o Brasil”, pela Escola de Columbia (EUA). Apesar das credenciais internacionais, Du&iacute;lia conhece bem o universo acad&ecirc;mico brasileiro. Ela se formou em 1985 em Astronomia na Institui&ccedil;&atilde;o Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), realizou mestrado no Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE) e fez doutorado pela USP.</p>

<p>Mesmo viajando por incalcul&aacute;veis pa&iacute;ses, ela mant&eacute;m robusto contato com cientistas brasileiros. Considera http://modelnet39.qowap.com/18925991/disserta-o-mestrado-educa-o-sugest-es-e-duvidas de a Comunidade Astron&ocirc;mica Brasileira descrever com cerca de 700 astr&ocirc;nomos um bom sinal, “mas que poderia ser ainda maior”, falou a cientista. A descoberta da supernova 1997-D por Du&iacute;lia foi alguma coisa imprevisto. Ela estava no Observat&oacute;rio Interamericano Cerro Tololo, no Chile, observando imagens captadas pelo telesc&oacute;pio do Observat&oacute;rio Europeu do Sul (ESO), em janeiro de 1997, insuficiente antes de ela come&ccedil;ar a trabalhar na Nasa.</p>

<p>Visualizando as estrelas da gal&aacute;xia NGC1536, ela percebeu que havia uma ‘intrusa’ ali no meio. Foi deste jeito que descobriu: aquilo era uma supernova, uma estrela em seu est&aacute;gio final. “Ela tinha explodido h&aacute; cinquenta e tr&ecirc;s milh&otilde;es de anos-luz”, comentou a brasileira. “Fui simplesmente guiada na minha curiosidade. Num campo com um conjunto de estrelas, vi que tinha uma a mais. visite minha p&aacute;gina inicial um aparelho em cima desta estrela e percebi que ela tinha acabado de explodir por conta das propriedades da composi&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica”, relembrou.</p>

<p>Depois disso, a equipe mandou um telegrama para a Uni&atilde;o Astron&ocirc;mica Internacional (IAU), que detalha: “A 1997D &eacute; uma supernova t&iacute;pico, com cem dias de forma&ccedil;&atilde;o no m&aacute;ximo. Teu espectro cont&eacute;m uma diversidade de linhas sobrepostas em vermelho”. Continuar Lendo , em meados de 1997, Du&iacute;lia entrou para a Nasa e come&ccedil;ou a cursar p&oacute;s-doutorado no projeto do telesc&oacute;pio Hubble.</p>

<p>Foi com o telesc&oacute;pio veja nesta p&aacute;gina o diretor Bob Williams revelou na primeira vez o campo profundo: trecho considerado ‘vazio’ do espa&ccedil;o que, na verdade, continha mais de 3 1 mil gal&aacute;xias. O repercuss&atilde;o foi uma das imagens mais impressionantes do s&eacute;culo passado: ap&oacute;s firmar a c&acirc;mera por dezenas de horas em dire&ccedil;&atilde;o ao hemisf&eacute;rio norte, o Hubble captou milhares de corpos celestes h&aacute; 3,cinco bilh&otilde;es de anos.</p>

<ul>
<li>3 Avalia&ccedil;&atilde;o Trienal 3.1 Caracter&iacute;sticas</li>
<li>Prefeitura de Bragan&ccedil;a Paulista</li>
<li>Cotistas com 57 a cinquenta e nove anos</li>
<li>08/06/10 17:Trinta e seis - Maria Harley</li>
<li>Primeiramente, todas as institui&ccedil;&otilde;es s&atilde;o cadastradas como faculdades</li>
<li>09299P - TE ED: Leituras e estudos de Michel Foucault</li>
<li>quatro O discernimento e a Inova&ccedil;&atilde;o</li>
</ul>

Encontre mais conte&uacute;do sobre esse tema dito veja nesta p&aacute;gina .

<p>Animado com a consider&aacute;vel descoberta, Williams decidiu que era hora de apontar o Hubble pra outra extremidade, o hemisf&eacute;rio sul, em busca de outras imagens do espa&ccedil;o. Quando soube do projeto, Du&iacute;lia viu a chance de participar. “Mandei um e-mail pro Williams e falei: ‘por ser brasileira, isto &eacute;, &uacute;nica representante do hemisf&eacute;rio sul aqui pela Nasa, queria muito participar deste projeto’. Ele s&oacute; respondeu: ‘Bem-vinda’”.</p>

<p>Para essa an&aacute;lise, as c&acirc;meras do telesc&oacute;pio foram potencializadas, e os cientistas puderam constatar gal&aacute;xias a uma dist&acirc;ncia de 12 bilh&otilde;es de anos-luz. “As cores do hemisf&eacute;rio sul s&atilde;o diferentes, porque sobressaem propriedades diferentes”, explicou Du&iacute;lia. Foi a partir desta observa&ccedil;&atilde;o que os cientistas encontraram a exist&ecirc;ncia de um quasar, isto &eacute;, http://abcnews.go.com/search?searchtext=negocios mais claridade que uma gal&aacute;xia inteira.</p>

<p>Quando descobriu a subsist&ecirc;ncia de estrelas &oacute;rf&atilde;s (bolhas azuis), em clique neste link agora , Du&iacute;lia de imediato tinha uma trajet&oacute;ria ilustre. Em 1999, foi pro Observat&oacute;rio Espacial Onsala, pela Su&eacute;cia, onde se casou com um astr&ocirc;nomo. Ficou por l&aacute; at&eacute; 2002, at&eacute; receber convite da Nasa pra trabalhar com imagens ultravioleta extra&iacute;das por 3 telesc&oacute;pios (incluindo o Hubble) de campos ultraprofundos, o GOODS (sigla em ingl&ecirc;s de Grande Observat&oacute;rio de Origens de Pesquisas Profundas).</p>

<p>“Naquele tempo, a &aacute;rea captada pelo telesc&oacute;pio aumentou bastante e agora come&ccedil;ava a se apresentar da vida de 15 1 mil gal&aacute;xias”, ilustrou Du&iacute;lia. As an&aacute;lises do GOODS permitiram fazer estat&iacute;sticas de supernovas e explos&otilde;es de estrelas, auxiliando a provar a teoria de que o mundo est&aacute; periodicamente em expans&atilde;o. A experi&ecirc;ncia de Du&iacute;lia de Mello com observa&ccedil;&otilde;es de imagens ultravioletas foi essencial para desvendar os “aglomerados azuis brilhantes de estrelas”, ou melhor, as bolhas azuis.</p>

<p>Para isso, ela contou com a colabora&ccedil;&atilde;o de clique aqui para investigar de Oliveira, do Instituto de Astronomia, Geof&iacute;sica e Ci&ecirc;ncias Atmosf&eacute;ricas da Institui&ccedil;&atilde;o de S&atilde;o Paulo (USP). “H&aacute; regi&otilde;es pequenininhas na cauda de gal&aacute;xias em colis&atilde;o que geram um efeito-mar&eacute;, em que a gravidade faz com que a gal&aacute;xia fique meio distorcida”, explica Du&iacute;lia.</p>

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